terça-feira, 15 de dezembro de 2009
A boa e velha Austrália...
Austrália pretende filtrar conteúdo da rede
Fonte: Veja
Um projeto de filtrar o conteúdo da internet está despertando polêmica na Austrália. Inspirada no modelo chinês de censura na rede, a medida foi anunciada nesta terça-feira pelo ministro das comunicações australiano, Stephen Conroy.
A ideia é impedir o acesso a páginas com conteúdo criminoso, tais como pornografia infantil, estupro e uso detalhado de drogas. Para isso, os sites serão analisados por um grupo de classificação independente com base em reclamações de internautas.
De acordo com o ministro, a medida irá fornecer "um pacote que equilibra segurança para as famílias e os benefícios da revolução digital". Ele garantiu ainda que o bloqueio se mostrou 100% eficaz, além de não reduzir de forma significativa a velocidade da rede.
Como estímulo, provedores de internet que ofereçam filtros adicionais irão receber subsídios do governo. Conroy ressaltou, no entanto, que isso não será obrigatório. A nova legislação será levada ao Parlamento em agosto de 2010 e deverá levar um ano para entrar em vigor.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Brisbane
A cidade é exatamente o que eu esperava. Grande, movimentada, multicultural, muitos restaurantes, lojas e shoppings que não acabam mais...
Estamos em um hotel no centro. E ele foi um achado, pois tem um bom preço e conseguimos fazer tudo a pé a partir desse ponto. Além disso, o lugar é super confortável e tem uma vista muito bacana pro rio que corta a cidade.
O custo de vida em Brisbane é bem mais alto do que em Newcastle e até mesmo Sidney. Principalmente quando nos referimos a comidas e bebidas. Chega-se a gastar até 15% a mais em um mesmo produto. Mas, na minha opinião, vale muito a pena pagar esse preço.
No final de semana saímos pra conhecer um pouquinho da cidade. O centro é fantástico! Você vê, ao mesmo tempo, arranha-céus de aço e vidro e construções do século 19 em perfeito estado de conservação. Tem a Queen St, que é um paraíso para quem é viciado em compras. Acredito que tenha visto mais de mil lojas juntas, fora os 5 shopping centers... O precinho é bem salgado, já que a maioria dos lugares vende artigos de estilistas famosos e marcas internacionais. Eu me contentei em apenas olhar as vitrines...
Passeamos também por Chinatown (básico ter esse bairro na Austália...), que tem um portal de entrada lindo, com um calçadão repleto de mini-jardins. Mas, atualmente, esta área está em reforma... Então, não conseguimos explorar muito lugar ou bater fotos.
Também fomos em South Bank, uma região na outra margem do rio. Acredito que lá seja o pólo cultural da cidade, já que vimos muitos museus, galerias de arte, teatros, cinemas, espaço para shows e centros de exposição. Experimentamos nadar no lago artificial que foi construído por lá. Imitando uma praia. Muito bacana! Ao redor existem inúmeros restaurantes, cafés e mercadinhos. E, é claro que encontramos um pub para ficar boa parte da tarde, né?!!!
A presença de brasileiros aqui também é bem maior do que em Newcastle. Achei isso uma maravilha, pois estou conseguindo colocar em dia minhas necessidades femininas em estilo brazuca, ex: fazer as unhas retirando a cutícula, sobrancelha pinçada e não depilada, brazilian wax, etc.
(Não deu pra colocar as fotos dos lugares, já que com a mudança ainda não achamos o cabo da máquina... Mas, em breve, coloco um post com as imagens daqui.)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
E lá vamos nós
Na sexta partimos rumo a Brisbane (na verdade não vejo a hora...). Infelizmente vamos passar apenas 2 semanas e meia lá. Dai em diante os planos são:
- 10/12 - embarcamos para Santiago/Chile (ficaremos lá apenas 1 dia)
- 12/12 - chegamos em Bogotá/Colômbia
- 12/12 - seguimos para Barranquila/Colômbia
- 17/12 - embarcamos para o Brasil. Vôo direto pra BH!!!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Eu não compraria. E você?
Junta-se a isso a minha referência de comercial de cerveja que é brasileira, né?!! Sempre mulheres muito bonitas, homens sarados, muito sol, praia, muita interação e filmes bem produzidos.
Hoje, vivienciando um pouquinho mais do dia a dia dos aussies, percebi que aquela propaganda reflete perfeitamente o comportamento e a cultura local.
Acredito que pelo filme irão entender exatamente o que quero dizer.
Alguém compraria essa cerveja?
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Um peixe fora d'água
Outro dia, fomos com um grupo fazer um churrasco em um parque de Newcastle. Meu deus!!! Não estou acostumada com isso. As pessoas chegaram e no mesmo segundo começaram a picar de qualquer jeito a carne e os legumes. Colocaram tudo na grelha, temperaram no final e no minuto seguinte já estavam comendo... O pessoal não tem aquele prazer em passar duas horas cozinhando, conversando, tomando uma cerveja, fazendo as coisas com carinho.
Quando saímos para almoçar ou jantar com alguém passamos pela mesma situação. Não existe essa estória de ficar beliscando primeiro, tomando uma cerva, conversando sobre amenidades e depois de um tempo comer. As pessoas já chegam escolhendo o que querem, daí a 20 minutos a comida está na mesa, com mais 20 está no estômago e com mais 10, conta paga...
Uma certa noite estávamos conversando sobre o que seria melhor, hipotéticamente falando, morar na Austrália ou em Mozambique. Minha primeira reação foi responder Australia. Mas depois de um tempo isso ficou martelando na minha cabeça.
Hoje tenho certeza que minha resposta seria Mozambique. Lá não temos muito acesso a diversos bens materiais e, principalmente, serviços. Mas você consegue alimentar seu espírito. Tem calor humano, tem risadas, tem diversão, tem amizade... E é isso que faz a diferença. Não te deixa adoecer...
Acho que vou voltar pra Tete gostando ainda mais daquele fim de mundo, srsrsrs
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Coisas que mais gosto
- Transportes públicos
Aqui, eles são perfeitos. Não tem essa de ver gente dependurada do lado de fora de ônibus ou trens. E a timetable é seguida a risca. Os veículos são confortáveis e na medida certa pra transportar aquela quantidade de pessoas em cada horário.
Pego o trem duas por dia. Nunca tive problemas com atraso ou falta de lugares. Estão sempre limpos e são cercados por regras. E se você acha que alguém está tendo algum comportamento estranho ou infrigindo alguma das inúmeras normas, basta ligar para um determinado número e na mesma hora os seguranças chegam. Achei isso incrível, pois presenciei uma cena dessa. O trem parou em uma estação e de repente vi chegar em torno de 3 seguranças. Todos olhando seriamente pra dentro dos vagões, procurando algo. Em menos de 1 minuto eles estavam retirando dois jovens de dentro do trem. Pelo que pude perceber, os garotos estavam bebendo e incomodando as pessoas às 6h da manhã...
O preço do transporte público também tem um bom custo-benefício. Eu pago A$ 54,00 por semana para rodar 150 km por dia. Você compra o bilhete e não precisa validá-lo em nenhuma máquina ou mostrar pra alguém, não. Aqui tudo é na base da confiança. Vez ou outra vai vir um guardinha pedindo pra vero ticket. Comigo só aconteceu uma vez...
Já os ônibus, eu nunca usei. Mas conversei com muita gente que usa e não ouvi reclamações.
- Educação no trânsito
Até hoje não vi ninguém enfiando a mão na buzina por mero prazer ou apenas pra mandar o carro da frente andar mais rápido. Se você precisa cruzar uma avenida sem sinal de trânsito e isso é permitido, ninguém fica te pressionando com aquele barulho ensurdecedor. Todo mundo espera atrás, calmamente.
E se um pedestre coloca o pé na faixa, os carros param. Agora, se você tentar atravessar fora dela... Com certeza será atropelado.
Também não espere direção defensiva. Isso não existe, aqui. Todo mundo acredita e confia cegamente que ninguém (veículos e pedestres) irá infrigir as leis.
Nós passamos por uma situação constrangedora outro dia, exatamente por isso. Como não estávamos acostumados com o trânsito de Newcastle, não percebemos que deveríamos ter pegado o faixa da direita ao parar o carro no sinal. Quando caiu a ficha, resolvemos mudar de lado. E não é que vinha um táxi atrás... O cara ficou puto, já que ele quase bateu em nosso carro. Afinal, aqui ninguém espera que você vá mudar de direção de uma hora pra outra.
Outro dia quase vi uma japonesa morrendo. Ela estava tentado cruzar uma rua em local proibido. Estava perdida, coitada. Ninguém teve piedade... E ela não conseguiu. Se enfiasse o carro mais um pouquinho pro meio da rua, o céu ou o inferno seria seu destino certo.
- O pavor de incomodar
É sério! As pessoas tem pavor de incomodar as outras. O mantra do australiano é "sorry". Ouço essa palavra 100 vezes quando vou ao supermercado ou saio a rua.
Se alguém para o carrinho em frente a uma prateleira e de repente percebe que você está tentando pegar um produto no mesmo local onde ela estacionou seu troller... Ahhh, a pessoa quase morre de vergonha... Sorry!
Se atrapalham sua entrada na porta de uma loja, isso é o fim do mundo pra eles. Sorry!!!
Esbarrar sem querer em você na rua... nem pensar... Sorry, Sorry!!!
Entrar no carro dentro do estacionamento e não sair logo sabendo que a pessoa ao lado quer abrir a porta... jamais.... Sorry, again!!!
Mas não pensem que é porque eles se preocupam com os outros. É porque eles querem receber em troca o mesmo comportamento. Mas é o tipo de egoísmo que faz bem pra humanidade.
domingo, 25 de outubro de 2009
Cadê os posts?
Sorry!
Minha rotina está pesada atualmente. Mental e fisicamente falando... Tenho acordado todos os dias às 5h30 para conseguir pegar o trem pra Newcastle. Chegando lá, faço uma caminhada de 30 minutos até a escola. Minha aula termina às 14h30, mas fico por lá estudando até às 15h40. Depois, uma nova caminhada (que está me fazendo super bem. Acho que se não fosse isso já estaria igual às autralianas...) e um novo trem de volta a Singleton. Então, chego em casa por volta das 17h30 super cansada. Com a mente esgotada...
Mas tá valendo a pena o esforço...
A viagem de trem até Newcastle dura uma hora e é super tranqüila. Vejo cangurus durante boa parte do tempo. Eles ficam, geralmente em fazendas, ao lado da ferrovia. Convivem tranquilamente com outros animais. Já as pessoas não gostam deles. Para muitos australianos esse bicho já virou uma praga. Tipo cachorro ou pombo no Brasil. E eles podem ser abatidos sem problema algum. Desde que a pessoa tenha porte de arma...
Além disso, é comum a gente ver avisos na maioria das rodovias dizendo que para termos cuidado, pois os cangurus atravessam o tempo todo de um lado pro outro causando inúmeros acidentes.
No mais, estou tendo boas experiências e vou tentar contar um pouquinho mais. Be patient with me!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Dicas
Se alguém tiver dicas pra gente...
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Por falar em dicas...
Quem quiser entender um pouquinho mais sobre as mulheres moçambicanas recomendo o livro "Niketche", escrito por Paulina Chiziane.
Apesar de ter achado o estilo de escrever dela um pouco cansativo, é um aprendizado e tanto sobre a cultura que permeia a vida dessas mulheres nesse país. Tanto as do norte quanto as do sul...
Não sei se o livro será facilmente encontrado no Brasil. Eu mesma tive dificuldades para achá-lo em Moçambique, já que a última edição parece estar quase que completamente esgotada...
domingo, 4 de outubro de 2009
Giro pela cidade
Uma pena! Se tivesse sol o passeio teria sido muito mais bacana.
Descobrimos que a cidade possui uma arquitetura muito bonita. Vários prédios históricos foram reformados pela prefeitura, depois do terremoto, e estão muito bem conservados. Aqui também existem muitas galerias de artes com novas exposições a cada dia. Principalmente de arte contemporânea.


A caminhada pelo centro da cidade foi muito prazerosa. Nem a insistente garoa e o vento conseguiram apagar o charme de vários coffee shops e restaurantes que vimos (é o que mais se tem por lá).
Também passeamos por algumas praias. E mesmo com o tempo ruim deu pra perceber elas são lindas e limpas. Mas ainda não consegui formar uma opinião sobre a piscina construída nas pedras. Como a maré estava alta, não dava pra distinguir o que era ou não mar. Mas ela é, no mínimo, muito interessante.

Ontem teríamos a oportunidade de sentar próximo ao porto e ficar a ver navios... Mas como o clima não ajudou, o jeito foi passar o tempo vendo vitrines. Fomos a um dos maiores shoppings de Newcastle: Kotara Shopping. Muito grande mesmo. Lojas de várias partes do mundo. Mas aqui não é um bom lugar pra compras. Principalmente para roupas. A moda australiana é bem diferente do que o brasileiro está acostumado. Você tem que garimpar muito pra encontrar algo com uma cara mais internacional. Exceção, claro, pra as marcas globais. Outro problema com relação à roupa são os tamanhos. As australianas, seguindo a tendência das americanas, são bem gordinhas. E adoram um hambúrguer, comida pronta, tomar um litro de suco no café da manhã. O segredo da “saúde” desse povo está batata frita e no bacon. Essas opções não ficam de fora nem na salada... Mas, voltando pro assunto... Os eletrônicos e afins também não possuem um preço muito diferente do que encontramos no Brasil. Enfim, aqui não é Miami ou New York...
O que mais gostei de conhecer foi a arte dos aborígenes australianos. Infelizmente, só consegui ver apenas algumas peças bordadas por eles, algumas bijouterias e cestos que estavam a venda em uma das galerias de arte. Incrível a criatividade, os desenhos típicos, as cores, o tipo de linha que usam. Adorei!!! Tentamos ver mais desse artesanato, mas o lugar que expõe estava fechado hoje. Mas pretendo voltar lá...
No geral, foi um bom passeio. Deu pra conhecer um pouquinho mais da história dessa cidade um tanto quanto diferente...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Isso é democracia
Assim como em todos os lugares do mundo, aqui, as pessoas também estão preocupadas com as mudanças climáticas, emissão de gases poluentes, etc.
Para tentar amenizar o problema, o governo australiano decidiu criar um novo imposto para as industrias que contribuem para a emissão de CO2.
Agora, o que me surpreendeu, foi a reação das mineradoras de carvão. Como elas serão muito afetadas com essa resolução, decidiram colocar um comercial no ar, explicando o problema para a população.
O vídeo, entre outras mil coisas, diz que o carvão australiano irá perder competitividade em função do preço, que irá aumentar; que muitas empresas irão fechar as portas e o desemprego será enorme no país. E pedem apoio popular. Solicitam que, aquelas comunidades ou pessoas que dependem da industria do carvão, enviem um email para o governo informando que também não concordam e não querem esse novo imposto. E terminam o vídeo dizendo: Cut emissions No Jobs.
Achei fantástico! Quando iríamos assistir esse tipo de comercial no Brasil? Acredito que não nos próximos 7 anos....
Quem quiser ver o vídeo na íntegra basta clicar aqui.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Um pouquinho de Newcastle
Apesar de ser a segunda maior cidade do estado de New South Wales e ter cerca de meio milhão de habitantes, as únicas atrações que conseguimos perceber até o momento são: a proximidade com Sidney (167 km) e preços mais em conta para hospedagem e alimentação.
Nos guias sobre a cidade, recomendam que os visitantes conheçam um lugar chamado Blackbutt Reserve. Uma grande reserva com inúmeros pássaros, emas, cangurus e coalas (é o que dizem). Pois bem, fomos lá hoje. Que decepção! É um mini-zoo. Atração infantil... Vimos um canguru, uns poucos coalas, três cacatuas e meia dúzia de outros pássaros. Valeu pelos Coalas, né?!! Mas, por sorte, nossa visita ao lugar se deu em função de uma atividade da escola de inglês. Assim não perdemos tempo ...
Mas, ainda há três lugares que quero visitar para ver se são realmente tudo o que falam. A piscina natural encravada nas pedras à beira mar, que foi construída pelos presidiários ingleses, na época em que Newcastle era uma colônia penal; o Lake Macquarie, maior lago de água salgada da Austrália e o Museu Marítimo, que fica no Fort Scratchley.
Agora, uma coisa que achei super curiosa, não sei se é porque venho de uma cidade sem mar, mas já vi várias pessoas na área portuária observando o entra e sai de inúmeros e gigantescos navios. Não sei se é pra driblar a falta do que fazer ou se por hobby mesmo. Na verdade, acho que, da mesma forma que tem gente que gosta de ver aviões chegarem e partirem, o passatempo aqui é ficar a ver navios. Ainda quero ir lá para ter a mesma sensação, srrsrsrsrs....
Bem, mas, segundo nos disseram, depois de uma grande crise, iniciada há 20 anos atrás, devido a um terremoto que destruiu boa parte da cidade e fez com que muitos se mudassem, Newcastle se recupera mais a cada ano. E vem recebendo grandes investimentos privados. Então, a tendência é melhorar nos próximos dois anos. Quem sabe nessa época ela não se torne uma cidade com atrativos realmente turísticos...
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Aqui não tem moleza, não!
domingo, 27 de setembro de 2009
Nossa saga
Saímos do nosso hotel em Tete na quarta-feira, 7h, apesar do vôo estar marcado para 9h40. Como estávamos enfrentando o problema de travessia da ponte, não sabíamos se iamos gastar meia hora ou duas no engarrafamento. Então a opção foi sair cedo mesmo rumo ao aeroporto, levando 4 malas gigantes...
Fizemos um check-in tranquilo, sem a necessidade de pagar excesso de bagagem nem nada....
Após 2h de vôo, aterrizamos em Maputo. Nosso partida para Sidney seria só no dia seguinte. Então passei a tarde só organizando malas e comprando coisinhas pra tornar o vôo menos desagradável.
Na quinta cedo começamos a batalha. Primeiro um avião de Maputo para Johanesburgo. Tivemos que pagar uma grana devido ao excesso de bagagem. Quando viemos do Brasil pra Moçambique nos foi permitido levar 2 malas de 32 kg cada. Imaginamos que essa seria a regra para todos os vôos internacionais da South Africa. Mas qual foi a surpresa? Só poderíamos embarcar 2 malas de 23 kg. Resultado: preju total!
Tirando esse percalço, gastamos apenas uma hora de vôo para chegar a Johanes. Mas lá, foram 5 horas de chá de cadeira... Só embarcamos às 18h. E ainda tivemos que esperar cerca de uma hora dentro do avião, que era um 747-400. Agora imagina aquele monstro entupido de adultos, crianças, e com um banco que mal cabe uma pessoa magra... Foi nesse clima que passamos 12h rumo a Sidney.
Quando desembarcamos já sentimos o peso do fuso horário. Mas ainda tivemos força para passar pela imigração, retirar nossas bagagens na esteira, passar pela alfândega, trocar US dolar por Australian dolar, achar o lugar onde se pegava o táxi e ir para o terminal doméstico do aeroporto de Sidney, que fica a 10 minutos de carro do terminal internacional. Fazer um novo check-in, despachar novamente as malas, pagar novamente excesso de bagagem e se preparar psicologicamente para mais um vôo. Tudo isso teve que ser feito em menos de uma hora, senão iamos perder esse avião pra Newcastle.
Felizmente conseguimos e com mais uma hora estávamos em Newcastle. Aterrisamos às 17h40.
Ai reunimos forças novamente para pegar todas as nossas malas e acharmos um taxi. Por sorte, os táxis aqui possuem um porta-malas enorme. E não tivemos problema.
Agora é acostumar com o fuso (ainda não consegui) e pegar fluência no inglês (e o inglês de australiano não é fácil não...).
sábado, 26 de setembro de 2009
Qual é a capital do Brasil?
Ela: I spent six month in Brazil!
Nós: Where in Brazil?
Ela: Buenos Aires!!!
Nós: rsrsrsrsrs
Típico, né?!!!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Chegamos
Depois de 24h de batalha, chegamos em Newcastle!
Estou morta!!!!! Fuso de 13h em relação ao Brasil e 8h em relação a Moçambique...
Depois dou notícias!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
E lá vamos nós!
Ficaremos lá por 2 meses e meio. Depois, um breve pit stop na Colombia e... Brasil!!! Lar doce lar. Mas por apenas 15 dias...
Enfim, 5 de janeiro, nosso destino será Tete novamente.
E por um bom tempo...